VETINDEX

Periódicos Brasileiros em Medicina Veterinária e Zootecnia

p. 629-637

Frequência alimentar e densidade de estocagem para juvenis de robalo-peva em tanques-rede

Yumi Tsuzuki, MônicaDelfim Guarizi, JulianoFreitas da Annunciação, WesleySorandra, Cristielli

Com o objetivo de avaliar o efeito da frequência alimentar e da densidade de estocagem nos parâmetros zootécnicos, juvenis de robalo-peva (3,0 ± 0,96 g e 6,8 ± 0,67 cm) foram distribuídos em 12 grupos de peixes em quatro tratamentos: (T1A) 100 peixes m-³ e 2 refeições dia-1; (T1B) 100 peixes m-³ e 4 refeições dia-1; (T2A) 200 peixes m-³ e 2 refeições dia-1 e (T2B) 200 peixes m-³ e 4 refeições dia-1. O alimento foi fornecido até a saciedade aparente, durante o período experimental de 90 dias. O peso e comprimento foram avaliados em intervalos de 30 dias. Ao final do experimento, as taxas de sobrevivência variaram de 85 a 89%, sem diferença entre os tratamentos (p>0,05). Os valores de comprimento total e fator de condição foram similares entre os diferentes tratamentos aos 90 dias (p>0,05), sendo 12,6 ± 0,27 cm e 0,98 ± 0,05, respectivamente. O ganho de peso diferiu ao final do experimento entre os tratamentos T2A e T2B . A conversão alimentar aparente diferiu a partir dos 60 dias entre os juvenis estocados em 100 e 200 peixes m-³ (p 0,05), sendo melhor para a menor densidade (2,2). Recomenda-se a utilização da frequência alimentar de 4 refeições dia-1 e da densidade de estocagem de 200 peixes m-3 durante a fase de pré-engorda, pois nesta densidade, apesar da pior conversão alimentar apresentada (3,1), a biomassa final foi 2 vezes maior (3,5 kg) em relação a menor densid

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