Intervenção educativa integrada para profilaxia da esporotricose em comunidade urbana no Recife/PE
Lucena, G. ASimões, R. M. SGrisostomo, A. F. MAraújo, I. MSilva, B. S. S. FMendonça, J. VMelo, T. R. FCampos, V. BLago, V. R. MAlves, W. SNeves, W. SNeves, M. L. M. WAlmeida, W. N. M
Observou-se, a partir do perfil epidemiológico da região associado a fatores ambientais, socioeconômicos e culturais, além de 32 entrevistas, a relação entre a prevalência da esporotricose e o desconhecimento da população sobre a doença, o qual culminava na prática de atividades de risco para a esporotricose (28,1% dos participantes declaravam ser donas de casa; 25% mantinham animais semi-domiciliados; 31,8% dos responsáveis por animais nunca os levaram ao médico veterinário). Para intervir nesse cenário, realizou-se ações de orientação sanitária (panfletagens e apresentações) em espaço público e unidade básica de saúde (UBS), nas quais participaram 62 pessoas. Embora a minoria desse quantitativo tenha sido obtida na UBS, neste local houve maior interação do público, com questionamentos mesmo durante a palestra. A avaliação do impacto das atividades foi possível com 33 participantes (46,67% do total de pessoas contactadas na intervenção), e constatou taxa média de acertos de 89,01%. Em síntese, o projeto foi capaz de estimular a mudança de hábitos relevantes à ocorrência da esporotricose ao promover, na população de risco, sensibilização comunitária de aspectos significativos à saúde única, levando à promoção de saúde.
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