VETINDEX

Periódicos Brasileiros em Medicina Veterinária e Zootecnia

p. 373-378

Degradabilidade ruminal da matéria seca e proteína bruta, e tempo de colonização microbiana de oleaginosas, utilizadas na alimentação de ovinos - doi: 10.4025/actascianimsci.v33i4.11388

Henrique de Tonissi e Buschinelli de Goes, RafaelAlves de Souza, KennysonAline Guimarães Nogueira, Katherinide Faria Pereira, DaniellyReuter de Oliveira, EuclidesCristina da Silva Brabes, Kelly

Avaliou-se a degradabilidade in situ, dos grãos de linhaça, canola, colza e milho, caroço de algodão, e dos concentrados casca e farelo de soja, em ovinos. Foram utilizados três animais da raça Santa Inês, fistulados e providos de cânulas ruminais, mantidos em baias individuais, recebendo diariamente capim picado e ração concentrada. Os alimentos foram incubados em ordem decrescente de 72, 48, 24, 18, 6, 3 e 0h. O teor de proteína dos alimentos avaliados foram 34,77; 30,07; 23,70; 10,64; 26,12; 14,65 e 56,90% para canola, colza, linhaça, milho, caroço de algodão, casca de soja e farelo de soja, respectivamente. A canola e a colza apresentaram baixa degradabilidade efetiva para a MS, com valor médio de 33,68%. O grão de linhaça apresentou degradabilidade efetiva para a MS de 64,24%, com fração potencialmente degradável de 87,89%. O milho apresentou fração solúvel de 12,33% e uma degradação de 39,67% para a MS. O farelo de soja apresentou-se dentro dos parâmetros normais de degradação com 52,61% para a MS e 52,83% para PB. Para a linhaça, canola e colza a degradabilidade da proteína apresentou valor médio de 18,34%. Os grãos de avaliados apresentaram baixa degradabilidade efetiva para a matéria seca e proteína bruta.

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