VETINDEX

Periódicos Brasileiros em Medicina Veterinária e Zootecnia

p. 109-114

Morfologia da megacariocitopoiese esplênica em coelhos da raça Nova Zelândia Branco, no final da gestação e pós-natal - DOI: 10.4025/actascianimsci.v25i1.2126

Rita Pacheco, MariaSatiko Okada Nakaghi, LauraMartinez Baraldi Artoni, SilvanaNakaghi Ganeco, LucianaC. Francischini de Carvalho, Alessandra

Estudou-se a megacariocitopoiese esplênica em coelhos da raça Nova Zelândia Branco, na fase fetal e pós-natal. Coletou-se o baço no 28o dia fetal e no 4o, 8o, 12o, 28o, 56o e 84o dia pós-natal. As células megacariocíticas apresentaram, morfologicamente, citoplasma que se alternou de escasso à abundante, variando de levemente basófilo à acidófilo com núcleos grandes, avermelhados, irregulares e cromatina variável, alternando-se de frouxa a densa. O número de nucléolos visíveis variou na dependência do padrão cromatínico, e evidenciaram atividade e seqüência megacariocitopoiética por todo o período estudado, pela presença de células maduras no 28o dia de vida fetal e no 84o dia do período pós-natal. Individualizaram-se, seqüencialmente, por megacarioblasto, promegacariócito, megacariócito cariocinético, megacariócito e metamegacariócito. Concluiu-se que a megacariocitopoiese esplênica, em coelhos, produziu plaquetas pela presença do ambiente estimulador da hemocitopoiese ou, mais especificamente, do microambiente indutor da megacariocitopoiese e trombocitopoiese.

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