VETINDEX

Periódicos Brasileiros em Medicina Veterinária e Zootecnia

p. 1-8

Fisioterapia após substituição do ligamento cruzado cranial por segmento teno-ósseo homólogo conservado em glicerina a 98% em cães

Berté, LarissaZanini Salbego, FabianoBaumhardt, RaquelPolidoro, DakirMazuim da Silva, GiseleAmélia Weiller, MariaPassos dos Santos, RosmariniBorges Vargas, CristianeMazzanti, Alexandre

O ligamento cruzado cranial (LCC) apresenta maior frequência de ruptura [1], sendo causa de claudicação no membro pélvico de cães [3,10]. O joelho torna-se instável, ocasionando osteoartrose e lesões dos meniscos [3]. A ruptura do LCC pode ser traumática [24], decorrente de alterações degenerativas [3] e por mudanças ocasionadas com a idade, desuso e sepse [9].Logo após o diagnóstico de ruptura LCC deve- -se realizar a correção cirúrgica, para restabelecer a anatomia e a estabilidade articular, evitando lesão articular [2]. Existem várias técnicas para reconstituição do LCC, sendo que o método intracapsular necessita a introdução de elementos de origem sintética, biológica [17,20,22] ou a combinação de ambos [18,24].Após a reconstituição cirúrgica podem ocorrer complicações pelo desuso do membro como atrofia muscular, bloqueio e rigidez articular e aderências intraarticulares [20]. Nesses casos o emprego da fisioterapia torna-se benéfico para restaurar, manter e promover o restabelecimento da função e aptidão física, melhorando o bem-estar e a qualidade de vida [11]. Há recomendações da terapia física para reduzir complicações devido à imobilização [12]. Em humanos, a reabilitação após a reconstrução do ligamento resultou na satisfação e qualidade de vida do paciente [21] e com reabilitação no pós-operatório imediato houve controle da dor e do edema e recuperação da amplitude d

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