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Periódicos Brasileiros em Medicina Veterinária e Zootecnia

p. 1-5

Estudo mecânico in vitro da resistência a forças axiais dos parafusos canulado e convencional de 3,5 mm de diâmetro em fraturas de cabeça e colo femoral

CassioCassioCassioCassioCassioCastelo Branco Baccarin, DanielAugusto Martins Pereira, CésarPoletto Ferreira, Márcio

As fraturas proximais de fêmur constituem 25% das fraturas deste osso em cães [6,22], sendo a osteossíntese com o uso de parafusos, uma das opções cirúrgicas [2,22]. Apesar de muitos avanços, a fratura de colo femoral ainda é de difícil resolução [1,18-20,24]. O objetivo do tratamento é a estabilização das epífises, prevenindo deslocamentos e não uniões [1-3,6,7,17,21,22,26]. A fixação desta fratura deve resistir ao encurvamento e a rotação externa. Com base em análises do momento estático, a fixação intramedular tem sido considerada superior a das placas laterais de haste rígida lateralmente colocada [13].Foi demonstrado que os parafusos de compressão do quadril são 2,5 vezes mais rígidos que as hastes condilocefálicas de Harris [8]. Estabilidade, nestes casos, será alcançada quando houver capacidade do fêmur proximal em suportar cargas fisiológicas sem deslocamento da fratura [23]. A decisão de fixação de fraturas de colo femoral utilizando parafusos ósseos é baseada particularmente na estimativa da rigidez da fixação osso-implante [25]. Em Medicina Veterinária foi proposta a reparação de fraturas epifisárias de cabeça do fêmur utilizando parafusos de efeito compressivo inseridos pela superfície articular até o colo femoral, com bons resultados [15]. Quando o osso ou metal é submetido a carga, ocorre deformação antes do momento da fratura e, se esta carga for superior à carga

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