VETINDEX

Periódicos Brasileiros em Medicina Veterinária e Zootecnia

p. 768-772

Imagem de ressonância magnética de 1, 0T no estudo da hidrocefalia experimental em ratos. Avaliação do método de medição do tamanho ventricular

Castro, Samuel Caputo deMachado, Hélio RubensCatalão, Carlos Henrique RochaSiqueira, Betina Aisengart deSimões, Ana Leda BertonciniLachat, João-JoséLopes, Luiza da Silva

OBJETIVO: Investigar a fidelidade das Imagens de Ressonância Magnética de 1,0T no estudo do tamanho ventricular na hidrocefalia experimental em ratos jovens. MÉTODOS: Ratos Wistar foram submetidos à hidrocefalia através da injeção intracisternal de caulim 20%. Dez animais permaneceram sem injeção para uso como controles. Ao final do experimento, os animais foram submetidos à Ressonância magnética de encéfalo e sacrificados. O tamanho ventricular foi avaliado por três medidas: razão ventricular (VR), espessura cortical (Cx) e área ventricular (VA), tomadas em fotografias das secções anatômicas e nas imagens de ressonância magnética (RM). RESULTADOS: As imagens por RM apresentaram qualidade suficiente para individualizar os ventriculos laterais, mas a distinção entre córtex e substância branca, bem como detalhamento das estruturas profundas do encéfalo não foram possíveis. Quando comparadas as medidas em seções anatômicas e RM, não houve diferença estatística entre as médias de razão ventricular e espessura cortical (p=0,9946 e p=0,5992, respectivamente). Houve diferença da área ventricular comparando-se as secções anatômicas e ressonância magnética (p<0,0001). CONCLUSÃO: Os parâmetros obtidos através de imagens da ressonância magnética de 1,0T foram suficientes para individualizar as cavidades ventriculares e o córtex cerebral, e para calcular o tamanho ventricular em ratos hidrocefálicos quando comparados aos seus respectivos cortes anatômicos.(AU)

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